Entre no nosso Yahoo Grupo e receba vagas por e-mail!
O Yahoo Grupos é uma possibilidade gratuíta para que pessoas se reunam por um objetivo em Comum. O RH do Grupo SBF criou um Grupo para divulgação de vagas.
1.1 - Como participar?
Basta enviar um e-mail para
gruposbf-subscribe@yahoogrupos.com.br que você já estará participando. Você pode sair a qualquer momento (por exemplo, caso consiga emprego e não queira mais receber vagas).
1.2 - Quais as vantagens de entrar no grupo?
Além das vagas, você tem acesso a links de agências de emprego, artigos de administração, RH, psicologia e recolocação profissional.
1.3 - Como posso ajudar o grupo?
Basta passar as informações a diante para que cada vez mais tenhamos pessoas no grupo recebendo e trocando vagas em aberto com um único objetivo: a recolocação de pessoas em postos de trabalho.
Oportunidades de Trabalho Temporário: Prepare-se para elas!
Estamos chegando ao final de 2008, ao final de mais um ano de nossas vidas e carreiras e já é possível verificar nos veículos de comunicação em massa e mídias os
anúncios e ofertas de trabalho temporário característicos de fim de ano, popularmente conhecidos como “EXTRA NATAL”.
O trabalho temporário reconhecido por lei e justificado pelas empresas como a necessidade transitória, seja para substituição de um funcionário temporariamente afastado (doença, licença maternidade, férias, entre outros fatores) ou para suprir uma carência extraordinária de mão-de-obra em épocas de picos de produção como, por exemplo, em datas comemorativas como o Natal, pode ser uma ótima oportunidade para que candidatos inicialmente contratados por prazos determinados passem a pleitear vagas efetivas em regime CLT no quadro de grandes organizações.
Algumas empresas já anunciaram que terão ofertas de trabalho temporário de 10, 15, 30, 45 e 90 dias para atender os picos de produção e demandas de mercado no período de Natal e Ano Novo, neste sentido, tal movimento, naturalmente capitalista estimula profissionais que encontram-se disponíveis no mercado de trabalho à planejar-se para ocupar um destas vagas e garantir uma renda extra em suas residências e famílias.
Preparar-se para concorrer a uma vaga temporária é na minha opinião, muito além do que simplesmente fazer um currículo e levar em uma agência de emprego, órgão de atendimento público ao trabalhador ou na porta da própria empresa empregadora. Há 6 anos atuando como Consultor e profissional de Recrutamento e Seleção, observei e experienciei muitas contingências do mercado temporário e efetivo. Este mês, descreverei algumas dicas comportamentais que podem ajudar profissionais à garantir não apenas sua vaga de fim de ano, mas elevar em termos de probabilidade a sua efetivação quando esta turbulência cessar.
As empresas do varejo são as mais desesperadas para admissão de fim de ano devido ao fato de que é culturalmente tradição trocarmos e / ou presentearmos pessoas no natal com bens de consumo. Lugares como Shoppings e 25 de março por exemplo, chegam à duplicar a quantidade de
clientes e visitantes nos meses de novembro, dezembro e janeiro. Para identificar onde estão precisando de profissionais para demanda temporária, o candidato deve ficar antenado aos veículos de comunicação em massa: Televisão, Rádio, Jornais, Outdoors, Anúncios, Revistas, Internet e afins.
1.2 – Planeje-se para que comportamentos ansiosos não o coloque em situações desagradáveis
É natural em desespero e privação de recursos financeiros que alguns colaboradores entreguem currículos como se fosse uma metralhadora, ou seja, entregam em tudo quanto é lugar, aceitando tudo quanto é entrevista e portanto, aceitando vagas de trabalho desagradáveis cujas contingências aversivas não compensam o retorno financeiro. Tendo identificado os anúncios de trabalho, pare e pense em quais áreas e serviços você tem condições de executar com qualidade sem que este o coloque em situações insuportáveis como, por exemplo, colocar uma pessoa extremamente tímida e incomodada com o trato de clientes para vender cartões e empréstimos na rua...Você que busca uma vaga temporária não deve achar que só porque é temporário, você será capaz de se submeter à qualquer contingência. Faça uma auto – reflexão e explore o que será capaz de agüentar para ter uma renda extra no final do ano.
1.3 – Elabore um currículo coeso com a situação
Diferente da contratação CLT, as vagas temporárias são menos exigentes quanto ao perfil profissiográfico dos colaboradores que pleitearão os cargos de final de ano, porém darão preferência à quem já trabalhou na área em função deste contexto não permitir, ou pelo menos estreitar significativamente a conduta do subsistema de Rh de treinamento e desenvolvimento de pessoas. Caso você tenha aptidão e / ou repertório para atuar em duas áreas distintas, como por exemplo TELEMARKETING OU RECEPCIONISTA, sugiro que elabore 2 currículos direcionando o conteúdo do primeiro à vagas de Telemarketing e o segundo focando à área de recepção. As informações contidas nos currículos para vagas de final de ano devem ser extremamente objetivas, coloque somente o necessário, pois devido ao volume de currículo, os entrevistadores acabam ficando sob controle de estímulos muito sutis como por exemplo: região de moradia, 2º grau completo, experiência na função pleiteada e objetivo.
1.4 – Malling e Rede de relacionamentos
No final do ano cresce o índice de pessoas empregadas por indicação de funcionários, por isso se você conhece alguém que é vendedor, operador de máquinas ou atua em alguma empresa que certamente contratará temporários em posições de trabalho do seu interesse, lembre-se que nesta vida relacionamento é tudo! Não estou dizendo que você será aprovado só porque um parente seu atua em uma determinada empresa, porém, se este for capaz de levar um currículo seu ao RH da empresa, ficará mais fácil para que o selecionador de pessoal levante referências ao seu respeito, identifique o seu currículo e interessem em ocupar uma destas vagas.
1.5 – Quando empregado, dê o seu máximo!
Não é porque a vaga é temporária que você vai comprometer o seu desempenho profissional, principalmente caso esteja nos seus objetivos ser um dos efetivos desta empresa. Atente-se ao clima, verifique a idoneidade e conduta da empresa, analise o cenário, quais as vantagens e desvantagens de se trabalhar lá, enfim, coloque na ponta do lápis o quanto vale apena lutar pó uma efetivação por lá. É natural em políticas de RH que determinadas empresas não tenham como efetivá-lo em função do quadro efetivo estar completo, porém, desempenhar um bom papel profissional enquanto você estiver dentro da empresa é o mesmo que plantar condições para que se lembre de você e do seu comportamento quando a vaga surgir. Atente-se ao comportamento de relacionamento! Se gostarem do seu trabalho, podem indicá-lo para trabalhos futuros!
1.6 – Atenção às armadilhas empresariais
É comum ao desempenhar um bom trabalho que esta sua performance incomode o quadro efetivo de funcionários da empresa. Neste sentido, atente-se às fofocas, evite intrigas, mantenha a comunicação clara com seus superiores, tenha claramente definido e esclarecido o que a empresa espera de você, seja pontual, cumpra o que foi acordado no contrato, conheça às normas e procedimentos da empresa, enfim, seja você mesmo, mantenha o foco no seu trabalho e não no que os outros pensam ou pensarão de você, concentre-se e invista comportamentos que possam alavancar a sua carreira e não à comportamentos que possam simplesmente classificá-lo como mais um temporário de fim de ano.
Boa sorte,
Abraços,
Eduardo Alencar
Evento de 13-11-2007: RH Na Praça do Anhangabaú - SP!
O Evento "RH Na Praça" foi mais um evento da Organização Gelre em parceria com a prefeitura e a ABRH. Diversos profissionais de RH estavam a disposição do público: fornecendo palestras, orientações profissionais, cadastro de currículos, encaminhamento para vagas de emprego e estágio, shows, distribuição de brindes, etc.
Foto 1: Consultoras Camila F. F. Pauferro e Alcimar Nunes Fraga da Organização Gelre contagiam o evento com sua alegria.

Foto 2: O Coordenador de Operações da Organização Gelre, Eduardo Alencar demonstra a sua equipe como deve ser feito o cadastro de candidatos.

Foto 3: O Presidente da Organização Gelre foi pessoalmente verificar o evento.
Head Hunting: Quando as práticas organizacionais esbarram na ética e no comportamento dos psicólogos?
Quando os testes psicológicos, primeiramente com objetivos clínicos foram ampliados à prática do psicólogo organizacional em rotinas de recrutamento e seleção de funcionários para uma determinada posição de trabalho, a psicologia se viu obrigada a refletir e atualizar o seu código de ética e suas ferramentas de trabalho. Um exemplo recente, foi a reavaliação das ferramentas de testagem psicológica disponíveis no mercado e a varredura destas, se não estivessem de acordo entre metodologia, epistemologia e fundamentação perante os critérios científicos estabelecidos pelos órgãos fiscalizadores (CRP, CFP). Hoje, acompanhando a demanda da globalização, do capitalismo, da era da tecnologia e demais determinantes de ordem econômica e cultural, a presente coluna irá sugerir uma reflexão acerca de outra prática do psicólogo organizacional: o Head Hunting.
A prática de Head Hunting pode ser definida como a prestação de serviços (Recrutamento e Seleção) destinados a identificação, atração e avaliação de profissionais especializados e / ou executivos para postos estratégicos, independente de sua área de atuação. Nesta modalidade, a procura e seleção de pessoas para posições-chave passa a ter dimensões estratégicas e deve ser muito bem planejada para que sejam alcançados os objetivos pré – definidos pelo contratante.
Sua forte e marcante característica é reconhecida pela conduta específica de rastreamento e busca de talentos no mercado de trabalho, considerando em seu arcabouço, técnicas para rastrear profissionais que já estão trabalhando. Pode-se dizer, que ousadia, o planejamento, a criatividade e o sigilo são as principais características comportamentais do psicólogo que atua com Head – Hunting.
A área de RH conhece estes profissionais pelo termo “Caçadores de Cabeça”, devido a sua conduta em recrutamento e seleção envolver rotinas bem específicas como: A) Identificar, conhecer e refletir sobre o mercado de trabalho e mão – de – obra de uma determinada área; B) Construir, lapidar e acumular técnicas de negociação, persuasão, investigação, rastreamento, monitoramento e recrutamento de candidatos (mesmo os candidatos já recolocados / trabalhando); C) Utilização de ferramentas de testagem psicológicas específicas em vista de que o tempo para avaliar profissionais recolocados é diferente do tempo que detém um candidato que está disponível no mercado de trabalho.
O sigilo do Head Hunting se refere não apenas às empresas concorrentes de seu contratante, mas também a integridade do seu candidato.Alguns administradores defendem que a prática dos Head Hunting está associada a espionagem industrial, alguns psicólogos defendem que esta prática esbarraria na ética de nossa categoria pelo fato de ser conivente com uma situação socialmente indesejável, o foco de seleção acaba sendo os candidatos que já estão trabalhando em concorrentes de nossos clientes e por tanto, “caçar - cabeças” passa a sinônimo de “roubar candidatos”.
Para ilustrar o dia – a – dia de um Hunting, resolvi fornecer um recorte, mesmo que fictício, embasado na prática das empresas onde trabalhei e do relato de colegas que atuam e / ou atuaram com esta modalidade de seleção de pessoal“Ao receber o perfil da vaga (Diretor de Produção para o segmento automobilístico) e do candidato (Competências A,B,C,D....) da empresa XXX S/A (Cliente), o Consultor Head Hunting inicia o seu trabalho:”
- Identifica os concorrentes da XXX S/A, levantando telefones, histórico institucional no site destas empresas, internet, matérias de jornal que relatem resultados da empresa (Onde geralmente o entrevistado é um Diretor ou gerente...) para dar início a coleta de dados;
- A primeira concorrente é a Indústria VVV S/A. O Consultor adquiriu o telefone no site (que geralmente já tem o departamento) e entra em contato: “Boa tarde, com quem eu falo? Por favor, você poderia me transferir para telefonista ou departamento de produção? É Jorge da LL Fornecedores de borracha”. É aqui a primeira entrada do Hunting na Organização alheia. A cada contato, o nosso consultor vai mapeando os telefones, nomes, cargos, departamentos, quem atende em cada ramal, omitindo a sua função, pois o Sigilo é sua prioridade, ninguém pode saber que uma empresa de RH está sondando os candidatos, pois seria muito desagradável: “Sabe o que é...é que eu trabalho na agência KKK e to entrando em contato para oferecer uma vaga para o Diretor de vocês....”. O Consultor de RH sabe que deve proteger a integridade do candidato, pois se ele não for aprovado, deve dar continuidade ao seu emprego.
- O Atendente do CAC (Central de Atendimento ao Cliente) que atendeu nosso consultor passa para o departamento de produção. Quem atende lá é um Analista de Planejamento e Controle de Produção. Nosso Consultor muda a abordagem: “Olá com quem eu falo? É que eu estou aguardando o Diretor de vocês, como é o nome dele mesmo...é oooo....”. O Analista que nada sabe, pensa que está lhe dando com uma ligação comum e entrega de bandeja o nome: “Haaa você está aguardando o Sr. Luis Diretor da Fábrica?”...nosso Hunting: “Isso mesmo, você poderia me passar para ele e também o ramal direto, caso a ligação caia?”.
- Chegando finalmente ao ramal do primeiro Diretor de Produção da primeira concorrente da XXX S/A, o Hunting, tendo certeza de que está falando com ele se apresenta: “Sr. Luis, posso ter alguns minutos da sua atenção? Meu nome é XXX (algumas vezes fictício), eu trabalho em uma empresa de RH e identificamos o seu currículo no mercado, para uma oportunidade de trabalho.... eu posso lhe falar da vaga e você me diz se há interesse em pleiteá-la....tudo bem?”. É aqui que o nosso Consultor vai ter acesso a quantos funcionários ele dirige, vai obter informações sobre salário e benefícios, etc.
- E assim vai agendando entrevistas com os candidatos. Se as empresas concorrentes estiverem oferecendo melhores condições de trabalho do que a XXX S/A, o Hunting, emite um relatório para justificar as dificuldades em atração de pessoal....sugerindo a empresa que se ela quiser o melhor candidato, terá que manipular as políticas de RH.
Enfim, este é um MICRO recorte do trabalho de um Hunting, em algumas empresas, os Hunting mudam a voz, a argumentação, fazem diagramas para visualizar o departamento (que foi mapeado por telefone, ações da empresa na mídia, etc.), administram sua rotina de maneira planejada, sigilosa e profissional (dentro das considerações de um Hunting), criam emails em provedores como bol (gratuitos), usam celular com bloqueador de detecta, agendam entrevistas em hotéis (lugares neutros), ou seja, a presença da criatividade alinhada ao sigilo como tínhamos discutido anteriormente.
O recorte permite aos leitores que tirem suas próprias conclusões. Até quanto não é ético oferecer uma vaga de R$15.000,00 a um diretor que empregado ganha R$ 8.000,00 sendo que o candidato é o centro decisor, ou seja, é sempre ele quem decide ir ou não participar de uma entrevista para melhor conhecer a empresa que está pagando pela caça de seu perfil? O diretor do nosso exemplo poderia ter negado a ligação e / ou maltratado nosso Consultor dizendo que não concorda com esta metodologia, por outro lado, o quanto não é reforçador positivo saber que alguém no mercado está pagando uma empresa para localizar o nosso currículo e nos convocar para melhores posições de trabalho?
Para empresários, essa prática não é bem vista, pois pode desestruturar uma empresa que está indo bem em sua administração. Suponhamos que o Diretor não esteja nem procurando emprego, que adora trabalhar nessa indústria, dirige suas atividades com alta performance, mas ao receber a ligação do Hunting, decide abandonar a empresa. O capitalismo aqui dita as regras: “Quem paga mais, tem o melhor profissional”.
As empresas de prestação de serviços em Hunting somente existem, pois há capital para sustentá-las, ou seja, há demanda de trabalho, há do outro lado, empresários solicitando cada vez mais este serviço de recrutamento e seleção diferenciados.
No meio desta guerra: é ou não ético, solicitar ou não os serviços de Hunting, estamos nós, os psicólogos pensando em nossa categoria: o quanto é ético usar ou não psicologia para causar danos as empresas, mas benefício e melhores condições de trabalho as pessoas, o quanto oferecer ou não nossas técnicas e abordagens teóricas para o manejo das estratégias Organizacionais e de RH...
O psicólogo organizacional é contratado por uma empresa, mas mesmo neste campo de trabalho, não deve esquecer de sua responsabilidade junto a humanização...Não importa área, o psicólogo sempre estará dividindo responsabilidades e esbarrando sua ética com os demais profissionais:
- Na clinica com o psiquiatra;- No hospital com o médico, enfermeiro, fisioterapeuta;
- Na escola com o pedagogo;- Na Jurídica com o advogado;
- No social com o assistente social;
- No marketing com os profissionais de publicidade e comunicação;
- Nas Organizações...com administradores, economistas, engenheiros, contadores, etc.
Quando as práticas organizacionais esbarrarem em sua ética ou em seu comportamento, em seus limites, sugiro uma reflexão junto a algum supervisor, de maneira semelhante a clinica, nos campos acima não estamos imunes as nossas limitações pessoais e profissionais.
Abraços,
Eduardo Alencar
Mais fábulas para reflexão
1. Religião & Pré - Conceitos
Na Suiça, há um cemitério exclusivo para enterrar pessoas que não são naturalizadas no país, ou seja, todo e qualquer estrangeiro que venha a falecer no país. Um dia, um Suíço cristão foi visitar um parente e levou uma belo arranjo de flores ao túmulo de seu ente querido. Ao olhar para o lado, um oriental estava organizando no túmulo de sua falecida esposa um prato de arroz branco, de maçãns caramelizadas, insenso, velas, cartas e alguns doces.
O Cristão pensou, lá está uma ótima oportunidade de levar Deus ao coração deste pobre homem. Se aproximou do oriental e disse: "Meu amigo, que horas você acha que este falecido vai levantar e comer estas coisas?". O Oriental respirou fundo e com voz apasiguada respondeu: "Meu caro, este falecido levantará para comer estas coisas no mesmo dia em que o seu parente falecido levantar para sentir o perfume do arranjo de flores que você trouxe."
Moral da Fábula: Em diversos momentos nos pegamos invadindo o espaço dos outros, exigindo que sua cultura, que suas condutas sejam iguais as nossas...mas as pessoas são diferentes, não somos donos da verdade absoluta! Respeitá-las é sinônimo de recolher nossos pré - conceitos e olhar mais vezes para nosso próprio comportamento antes de jungá-las.
2. Todos tem algum Talento
Uma pessoa certo dia, incentivada pelos amigos foi a um centro de voluntariado para inscrever-se em trabalho voluntário e ao se deparar com a ficha de inscrição foi embora pois não conseguia lembrar de nenhum talento....quando estava na porta a simpática recepcionista (Uma velhinha de mais de 60 anos) indagou ao rapaz: "Por que vai embora meu filho"? e Ele disse: "Por que não tenho nenhum talento, não posso ajudar com nada!". A Velha pegou na mão do rapaz e o levou até um Banner que dizia:
"Ei Você! Você que não sabe dançar, não sabe rezar, não sabe operar máquinas complexas, não sabe fazer cálculos, não sabe fazer artesanato, não sabe cantar, não sabe falar outro idioma, não tem dinheiro para ajudar o próximo, não tem carro, não tem celular, não tem casa na praia, não sabe pintar, não sabe confortar os que choram......mas eu achei um talento em você!!!!!! Você é paciente suficiente para parar e ler este Banner...que tal ser um voluntariado e ler histórias para os que não tem a mesma sorte que você e perderam a visão antes mesmos de ganhá-las??? Gostou? Aqui no centro há crianças que seriam eternamente gratas por você compartilhar este talento com elas".
Moral da Fábula: A paciencia é uma virtude...hehehe brincadeira...a verdadeira moral é: Todos possuem um talento especial, as vezes somente precisamos de alguma ajuda para achar o nosso!
Abraços,
Eduardo Alencar